quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Hino de Cachoeira do Sul - por Madelaine Ribeiro
Hino de Cachoeira do Sul - RS
Hinos de Cidades
Venho vindo das campinas deste Rio Grande de Deus
Venho atrás dos teus carinhos, dos meigos sorrisos teus
Mal desponta o sol dourado saio a trote pela estrada
O meu pingo é bem ligeiro não lhe abate a caminhada
Venho atrás dos teus carinhos, dos meigos sorrisos teus
Mal desponta o sol dourado saio a trote pela estrada
O meu pingo é bem ligeiro não lhe abate a caminhada
Nos verdes pampas do meu Rio Grande
Tudo é beleza não se sabe o que é tristeza
Vive alegre o coração
E a noite desce toda estrelada
Então é lindo ver-se a guapa gauchada
De viola e gaita à mão
Tudo é beleza não se sabe o que é tristeza
Vive alegre o coração
E a noite desce toda estrelada
Então é lindo ver-se a guapa gauchada
De viola e gaita à mão
Todos cantam seus amores pondo a mão no coração
Chora a gaita no terreiro geme o pinho no galpão
Quem não ama o Rio Grande desconhece o que é viver
Deixa o lado bom da vida para penar e sofrer
Chora a gaita no terreiro geme o pinho no galpão
Quem não ama o Rio Grande desconhece o que é viver
Deixa o lado bom da vida para penar e sofrer
Poesia de Fontoura Xavier - por Madelaine Ribeiro
POESIA SIMBOLISTA
FONTOURA XAVIER
1856-1922)
1856-1922)
Antônio Vicente da Fontoura Xavier (Cachoeira do Sul, 1856 — Lisboa, 1922) foi um jornalista, tradutor, poeta e diplomata brasileiro. Sua poesia é parnasiana, e foi fortemente influenciada pela obra de Charles Baudelaire. Entre 1876 e 1877 cursou a faculdade de Direito em São Paulo, mas não chegou a concluí-la. Entre os anos de 1874 e 1891, aproximadamente, colaborou nos periódicos Besouro, Gazeta de Notícias, Repórter e Revista Ilustrada, do Rio de Janeiro. Traduziu poemas de Edgar Allan Poe, Baudelaire, Jean Moréas, Sully Prudhomme e Shakespeare. Foi um dos fundadores, em 1880, do jornal Gazetinha, com Artur de Azevedo e Anibal Falcão. Foi redator do jornal carioca A Semana, em 1883. Em 1884, publicou o livro de poesia Opalas. Em 1887 lançou, no Rio de Janeiro, o panfleto em versos O Régio Saltimbanco, contra a monarquia. Entre 1885 e 1922 serviu como diplomata nos Estados Unidos da América, Suíça, Argentina, Guatemala, Inglaterra, Espanha e Portugal.
“A principal crítica de Machado [de Assis] , em tom de conselho, diz respeito à influência política e social nos seus poemas, tida pelo crítico como exagerada e permeada de discursos e ideologias ultrapassadas. Ainda assim, Xavier é mostrado pelo autor como um talento de sua geração, portador de habilidades com a escrita e de grande ambição literária.” Extraído de http://iuriaz.blogspot.com/2009/03/me-chamou-dias-atras-atencao-uma.html
FLOR DA DECADÊNCIA
Sou como o guardião dos tempos do mosteiro!
Na tumular mudez dum povo que descansa,
As criações do Sonho, os fetos da Esperança
Repousam no meu seio o sono derradeiro.
De quando em vez eu ouço os dobres do sineiro:
É mais uma ilusão, um féretro que avança...
Dizem-me — Deus... Jesus... outra palavra mansa
Depois um som cavado — a enxada do coveiro!
Minh'alma, como o monge à sombra das clausuras,
Passa na solidão do pó das sepulturas
A desfiar a dor no pranto da demência.
— E é de cogitar insano nessas cousas,
É da supuração medonha dessas lousas
Que medra em nós o tédio — a flor da decadência
Na 28ª Feira do Livro de Cachoeira do Sul, na tarde do dia 8 de outubro, aconteceu uma maravilhosa expressão de alegria e atuação do grupo de teatro Revelar, da Escola Municipal Ataliba Brum, que através da sua interpretação e criatividade ao apresentar a peça vencedora do 6º Festival Municipal de Teatro: “O diferente pode ser muito igual”, inspirada na obra “proibido miar”, de Pedro Bandeira trouxe no seu contexto o respeito à diversidade.
Localizada na comunidade de Capão do Valo (parada
Idelfonso Fontoura), a Escola Ataliba Brum fez história, ao ser a primeira
escola do interior a conquistar o troféu de campeã na competição.Parabéns querida escola.....
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